Envolvendo não apenas as escolas do ensino público, como também as particulares,e desde o ensino básico até os demais especializados,a violência entre alunos- professores, alunos-alunos e demais funcionários da instituição, abrange elementos como o bullying, agressões físicas e sexual e opressões. Não só no Brasil, como em outros países do mundo, o ambiente escolar que deveria ser de conhecimento e preparação para a vida,traz à tona questões enraizadas na sociedade e em todos os níveis sociais.
Vemos corriqueiramente nos noticiários o quão hostil tem se tornado os ambientes escolares.A essência do educar tem se perdido em cada ato violento, a cada agressão f[isica e/ou verbal e, com isso torna-se cada vez mais necessário aprender a lidar com as novas formas de educação. Formas essas que vão além de uma sala de aula e dos muros concretos do local escolar. Conhecer a comunidade na qual a escola está inserida é o primeiro passo para implantar medidas que respeitem os valores e princípios coerentes à realidade local.
O desenvolvimento de projetos pedagógicos que desenvolvam a capacidade do aluno de ter um convívio social e que o faça desenvolver habilidades extra acadêmicas seria uma alternativa para esse problema. Arte, cultura, esportes são iniciativas de socialização que resultaria consequentemente em menos problemas educativos em uma sala de aula e até mesmo para o bem estar social da comunidade.
Sendo o Brasil a sexta economia mundial recursos financeiros existem, porém ainda não há políticas públicas que incluam a rede educacional como uma prioridade governamental.O que será dessa geração que está sendo formada? Onde está o direcionamento educacional e social dados à esta? Já dizia Paulo Freire:’’ A educação não muda o mundo. A educação muda as pessoas.Pessoas transformam o mundo’’.
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