quarta-feira, 29 de outubro de 2014

O adeus ao sexo frágil.

   Ao longo de anos, a figura feminina vem se destacando em meio à política e às atividades antes pré determinadas à homens. Cansadas da supremacia masculina, elas deixaram os fogões e as bacias e  equipararam-se aos homens nos setores políticos, jurídicos e sociais em geral, livrando-se das amarras machistas que perpetuaram-se na história desde os tempos das cavernas até os dias de hoje - já que ainda existe na raiz social essa ideia.
   Aliadas aos movimentos feministas, estas foram conseguindo direitos essenciais para a sua independência e seu poder de decisão foi crescente ao longo do tempo. A nível de Brasil,com a Constituição de 1934, lhes foi garantido o voto, a criação da pílula anticoncepcional lhes proporcionaram o direito de escolher ter filho ou não, e assim planejar sua família.Sem falar da inserção em universidades, mundo que por muito tempo era destinado apenas à homens ,e com isso, foram desapegando-se das ideias masculinas e conferindo-lhes suas próprias ideias.Além disso, aqui no Brasil, há poucos anos atrás, lhes foi  reservada até uma lei que as socorresse em casos de abuso, exploração,torturas e maltratos - a lei Maria da Penha.
   Hoje em dia, a mulher se faz presente nos mais altos cargos de poder e autoridade, como por exemplo a presidência de países e grandes empresas, mostrando-se que são capazes de administrar não apenas suas casas e filhos..É visto, portanto, que a representatividade da mulher seja no contexto político, seja no social, tem suas devidas importâncias, já que com a marcada presença destas em meios machistas, serviu para expandir horizontes de ideias e trabalho. É sabido também que as habilidades desenvolvidas por elas de certa forma são incomparáveis ao referenciar-se ao detalhismo e capricho.
  Com base nesse processo evolutivo da presença feminina, e nos direitos das mulheres,os quais foram ditados pela ONU e reconhecidos internacionalmente , a tendência é que essa igualdade de gêneros as tornem cada vez mais livres de quaisquer formas de discriminação e submissão, garantindo-lhes ir e vir, sua participação política e acima de tudo, seu direito à vida mostrando à todos que o ''sexo frágil'' é capaz e independente.

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